Alguns casos de assassinatos notórios que ganharam a imprensa e tiveram comoção nacional e quantos Brasileiros sem rosto sem nomes são mortos e seus assassinos em poucos anos de reclusão estão soltos voltando a praticar delitos a conclusão que temos é que em nosso país a pena de morte existe sim sendo aplicada as vitimas da barbárie que consome nossos dias.
(Quem Poupa O Lobo Sacrifica As Ovelhas
Victor Hugo)
Assassinato de Daniela Perez 1992
- Guilherme de Pádua Thomaz (Belo Horizonte, 2 de novembro de 1969) é um ator brasileiro conhecido por ter assassinado Daniella Perez, atriz com quem trabalhava na novela.

Em 28 de dezembro de 1992, se envolveu no assassinato da atriz Daniella Perez junto com sua ex-esposa Paula Nogueira Thomaz.
Guilherme e Paula foram condenados, em 1997, por homicídio duplamente qualificado, com motivo torpe, a 19 anos e 6 meses de cadeia. Cumpriu 6 anos apenas.
Juntos, eles emboscaram Daniella, apunhalaram-na e atiraram seu corpo num matagal da Barra da Tijuca. O crime teria sido motivado por vingança.
- Conclusão Daniela morta e enterrada enquanto seus agressores curtem a vida sua juventude foi ceifada.
- Mateus da Costa Meira (Salvador, 4 de abril de 1975), mais conhecido por "O Atirador do Cinema", ou "O Atirador do Shopping", é um ex-estudante universitário da área de Medicina. A alcunha vem do fato de ter disparado uma metralhadora portátil contra pessoas da platéia de uma sala de cinema de um shopping center na cidade de São Paulo.
Segundo testemunhas oculares da ação, na noite de 3 de novembro de 1999, dentro da sala 5 do cinema do Morumbi Shopping, zona sul da capital paulista, Mateus teria levantado de seu lugar, ido ao banheiro - onde teria dado um tiro no espelho com sua submetralhadora Cobray M-11 - e depois ficado de frente para a platéia, sacando novamente a arma e iniciando os disparos. Dessa tragédia resultaram 3 mortes, 4 pessoas feridas e mais 15 em pânico. Tal tragédia rendeu a Mateus o apelido que carrega até hoje. O filme exibido no momento dos disparos era Clube da Luta.
Preso em flagrante, acabou condenado a mais de 120 anos de prisão em regime fechado. Seus advogados alegaram que Mateus era semi-imputável, ou seja, possuía consciência parcial de seus atos. Depois de várias apelações judiciais, Mateus foi condenado aos formais 30 anos máximos previstos pela Justiça brasileira. Os advogados de defesa tentaram, em vão, alegar insanidade mental de seu cliente e argumentar que Mateus havia sido influenciado pelo jogo Duke Nukem 3D, no qual há uma cena de tiroteio dentro de um cinema.
No dia 8 de maio de 2009, Mateus tentou matar seu colega de cela na Penitenciária Lemos Brito na cidade de Salvador e foi autuado por tentativa de homicídio.
- Conclusão matou 3 , feriu 4 e quase matou outro detento enquanto isso ele come e caga com o dinheiro do seu e meu imposto.
- O assassinato do casal de classe média alta Manfred e Marísia von Richthofen é um dos crimes mais conhecidos do pais. Os dois foram mortos na casa onde moravam no Brooklin, Zona Sul de São Paulo, na noite de 31 de outubro de 2002. Alguns dias depois, a filha do casal, o namorado dela e o irmão dele confessaram o crime. Suzane Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos foram presos e disseram à polícia que mataram o engenheiro e a psiquiatra porque eles tinham proibido o namoro de Suzane e Daniel. A polícia disse que foi por causa da herança que os Richthofen deixariam para a filha.
- 31 de outubro de 2002 - o casal Manfred e Marísia von Richthofen é assassinado dentro da casa onde morava no Brooklin, na Zona Sul de São Paulo. O engenheiro e a psiquiatra dormiam na cama quando foram espancados até a morte com barras de ferro. Marísia ainda foi asfixiada com uma toalha e um saco plástico.
Em julho de 2006, a Justiça condenou os três a quase 40 anos de prisão. Eles estão em penitenciárias de Tremembé, cidade que fica a 140 km da capital paulista
- Conclusão em breve o trio está nas ruas e seus pais brutalmente assassinados estão condenados a morte sem o mínimo direito a defesa.
O Brutal assassinato de João Hélio 2007


- O Caso João Hélio foi o crime ocorrido na noite de 7 de fevereiro de 2007, quando João Hélio Fernandes Vieites (Rio de Janeiro, 18 de março de 2000 — Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2007) foi assassinado após um assalto. João Hélio tinha seis anos de idade quando foi vítima da violência na cidade do Rio de Janeiro. O assalto ocorreu na rua João Vicente em Oswaldo Cruz, Zona Norte. A mãe do menino, Rosa Fernandes, foi rendida ao volante do Corsa Sedan, placa KUN 6481. No interior do veículo estavam uma amiga da família e o filho João Hélio no banco traseiro e a filha adolescente viajava ao lado da mãe no banco dianteiro direito, que no momento do assalto conseguiram abandonar o carro, porém, Rosa havia avisado aos assaltantes que João Hélio não havia conseguido se soltar do cinto de segurança. Presa ao cinto de segurança, a criança não conseguiu sair. Um dos assaltantes bateu a porta e os bandidos arrancaram com o veículo em alta velocidade. Com o menino preso pelo lado de fora do veículo, os assaltantes o arrastaram por sete quilômetros, passando pelos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura.
Do G1 RJ
Pouco mais de quatro anos após a morte do menino João Hélio, que morreu arrastado pelo lado de fora de um carro no Rio, em 2007, Ezequiel Toledo da Silva, que era o único menor na época do crime, recebeu esta semana o benefício da liberdade assistida.Detido pouco depois do assalto que terminou na morte da criança, ele cumpriu três anos de medida socioeducativa e, ano passado, passou para o regime de semiliberdade, em um Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente (CRIAAD), abrigo para infratores, no Norte do estado. Segundo o Tribunal de Justiça (TJ-RJ), no sistema de liberdade assistida, o jovem fica em liberdade e recebe acompanhamento pela equipe da Vara da Infância e da Juventude. Depois de seis meses é feita uma reavaliação para saber se ele está bem, se for o caso, o processo é extinto. Do contrário, o jovem continua com tratamento psicológico.
Carlos Eduardo Toledo Lima, 23 anos, foi condenado a 45 anos de prisão anos; Diego Nascimento da Silva, 18, a 44 anos e três meses; Thiago Abreu Matos, 19, pegou pena de 39 anos de prisão; e Carlos Roberto da Silva, 21, condenado a 39 anos.
No entanto, coube recurso e os processos tramitam nos tribunais superiores.
- Conclusão João Hélio foi barbaramente assassinado por um grupo de monstros, entre eles Ezequiel Toledo da Silva, o qual está livre.
O todo vale mais que a parte. Se a parte ameaça o todo, o todo tem o direito de eliminar a parte que a ameaça. Assim, o corpo (todo) é mais que a mão (parte). Se alguém tem câncer na mão (parte), câncer que ameaça a vida do corpo todo, há direito de amputar a mão, para salvar o todo. Assim, o criminoso é parte da sociedade. E se, com seus crimes, ele ameaça a vida da sociedade, esta tem o direito de eliminar a parte (o criminoso), para salvar o todo (a sociedade).E este argumento é de São Tomás de Aquino.Por fim, a não punição dos criminosos faz com que o crime se alastre. O crime é contagioso como a peste. E isto é o que estamos vivendo aqui, no Brasil, hoje: os criminosos não são punidos, e o crime se alastra.
Autor:Prezotto
Professor Letras - Anhaguera





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