De acordo com nota da corporação, emitida na noite de quinta-feira (25), “o policial foi preso administrativamente, num primeiro momento, para facilitar a produção de provas do inquérito policial-militar instaurado”.
“Não havendo mais motivo para a manutenção da prisão disciplinar, o PM foi colocado em liberdade, nesta data, sendo certo que será mantido no serviço administrativo enquanto perdurarem as investigações”, prossegue a nota.
Pela manhã, o cabo já havia sido visitado pelo coronel Telhada (PSDB) na sede do batalhão do Comando de Policiamento de Área Metropolitano 2, na zona sul, onde teria ficado recolhido.
O deputado postou, em sua página no Facebook, um vídeo no qual negava que C.S. estivesse preso e entrevistava o cabo. Questionado se foi maltratado, C.S. negou.
— Aqui é minha casa, todos aqui me apoiaram desde o início. Inclusive eu quero aproveitar a oportunidade para agradecer a todos, o empenho de todos da ocorrência.
A prisão administrativa do policial já havia sido criticada por outros integrantes da bancada da bala paulista.
Leita também
De acordo com o registro da ocorrência, meia hora antes de serem baleados, os menores haviam roubado a moto — uma CG 150 Titan —, dois celulares e R$ 107 de um motoboy de 36 anos, na rua Paes da Silva, em Santo Amaro. A vítima os reconheceu por foto.
Logo após o caso, a Polícia Militar afirmou em nota que “reforça seus valores de transparência, imparcialidade e legalidade, sendo certo que todo e qualquer tipo de não conformidade na atuação policial será objeto de responsabilização nas esferas competentes”.
Comentários
Postar um comentário
Os comentários não representam a opinião do Site Amigos da Guarda Civil, a responsabilidade é do autor da mensagem.