Homenagem a todos os Policiais da Guarda Civil que tombaram em combate ou em decorrência de sua atividade

A cena se repete em todo o Brasil com Guardas Civis, Agentes Penitenciário, Policiais Militares, Civis e Federais. O cortejo fúnebre chega ao cemitério escoltado por várias viaturas policiais. Muitos outros policiais comparecem fardados, mesmo estando de folga, para poder acompanhar as últimas homenagens a um colega que honrou a promessa de dar a vida pelo Brasil com seu próprio sangue. 
Durante o velório as palavras de conforto relembram que aqueles que morrem em Deus não perecerão em definitivo, mas terão a vida eterna. 

Após o velório, sempre carregado de emoção e dor, o policial falecido é escoltado pela guarda fúnebre para as devidas honras. 
Depois, em meio a muita emoção, que agora explode em lágrimas e choro franco, inicia-se a baixa ao túmulo. 

Essa cena se repete, praticamente, todos os dias do ano em algum lugar do Brasil. E, infelizmente, a frequência dessa cena aumenta a cada ano.
Nenhuma rede de televisão. Nenhuma rádio. Nenhum jornal. Nada. No noticiário televisivo da noite seguem as notícias como se nada de importante tivesse acontecido naquele dia. Como se a família de um herói brasileiro não tivesse, em um instante, ficado, irremediavelmente, menor. 

Mas será que isso é normal? 
A resposta é simples e direta: Não.

Relembre alguns dos irmãos de farda azul que tombaram em 2015

Comentários

  1. Muito triste ainda mais por conhece alguns que faleceu nessa guerra injusta

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  2. belíssima homenagem aos companheiros de farda azul marinho, mas não podemos esquecer e deixar virarmos estatísticas,mas se pelo menos os próprios companheiros quando em patrulhamento oferecer sua segurança quando passar por uma residencia de um companheiro de farda lhe propocionando segurança as famílias desses guerreiros, já estarão fazendo um excelentíssimo trabalho, garanto que não há gratidão maior que proteger primeiros os nossos

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    1. Há tempos verguei meu fardamento e posso garantir que honra maior não há do que servir a Deus, à Pátria e ao povo! Entendo e compartilho a dor das perdas nesta guerra injusta alimentada pela hipocrisia moral e indiferente, alimentada a décadas! Mas discordo da ideia "farinha pouca meu pirão primeiro!". Quero crer que sua ideia de defender primeiro os nossos seja pelo calor da fúria e do desgosto do não reconhecimento por quem é dada até a vida! Prefiro outro pensamento. Antes de defender primeiro os nossos, que caiam primeiro os deles!
      Antes que chore a mãe de um inocente, que chore a mãe de um agressor!

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