O local é conhecido como "tribunal do crime", em que os líderes da facção matam seus desafetos devido a rixas internas, estupros, dívidas de agiotagem e do tráfico de drogas

A Polícia Civil descobriu um cemitério clandestino na região do M' Boi Mirim, Zona Sul de São Paulo. Policiais passaram esta quinta-feira (25) vasculhando a área rural, dentro do Jardim Herculano.
Acredita-se que o local seja usado pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) como desova de corpos de inimigos, na ação conhecida como "tribunal do crime", em que os líderes da facção matam seus desafetos devido a rixas internas, estupros, dívidas de agiotagem e do tráfico de drogas.

As vitimas teriam sido mortas e enterradas no meio da mata fechada. “Eles julgam as pessoas por atos que eles não concordam e acabam aplicando a pena capital”, explica o delegado Mitiaki Yamamoto.
O mato tombado formava uma trilha estreita, que levou até o meio da mata fechada. Os investigadores encontraram três covas. A polícia acredita que uma delas tenha sido aberta há 15 dias, pois foi localizado um corpo. As outras são mais antigas e só foram encontradas ossadas.
O mato tombado formava uma trilha estreita, que levou até o meio da mata fechada. Os investigadores encontraram três covas. A polícia acredita que uma delas tenha sido aberta há 15 dias, pois foi localizado um corpo. As outras são mais antigas e só foram encontradas ossadas.
As vítimas foram enterradas na vertical, de cabeça para baixo. Há três semanas investigadores receberam uma informação de que pessoas foram vistas entrando no meio da mata, mas não foram vistas saindo.
Pena capital, na linguagem policial, é execução. A suspeita é que mais corpos estejam enterrados no local. Bombeiros foram chamados e vão passar os próximos dias escavando a área. Os peritos que trabalham no departamento de homicídios colocaram um número em cada cova. E o próximo passo é a identificação das vítimas.

Comentários
Postar um comentário
Os comentários não representam a opinião do Site Amigos da Guarda Civil, a responsabilidade é do autor da mensagem.