ROMU (Rondas Ostensivas Municipais) é a nova unidade de policiamento da Guarda Civil de Barueri

O objetivo é reforçar o policiamento e tentar diminuir os índices de crimes na cidade

Unidade terá a função de reforçar a segurança e diminuir o número de crimes na cidade/Fotos: Divulgação

Novas viaturas, novo efetivo. Uma nova unidade da GCM, a Rondas Ostensivas Municipais (ROMU), passou a atuar em Barueri no começo de janeiro. Formada a partir da fusão do Grupo de Intervenções Táticas e Estratégicas (Gite) com o Pelotão de Apoio (PA), o contingente deve reforçar a segurança nas ruas e tentar diminuir os índices de criminalidade na cidade.

São 42 policiais, 13 viaturas modelo Toyota/Hilux Sw4 que atuarão nos bairros onde há um maior número de crimes, como pontos de tráfico, por exemplo, Só em janeiro foram apreendidas quase duas mil unidades de entorpecentes – mais da metade no Jardim Júlio.

A ROMU também irá agir, de acordo com a assessoria de comunicação da GCM, ‘em ocorrências de grande vulto, apoiando as demais viaturas da guarda, e nos locais em que há uma maior incidência criminal, conforme os estudos realizados pelo Departamento de Gestão Estratégica (DGE) da Guarda Civil Municipal de Barueri’.

Os guardas selecionados para a nova unidade foram aqueles que têm perfil compatível com as atividades exercidas pelo grupo.

Comentários

  1. Sou Policial Civil no RJ, defensor do policiamento ostensivo municipal. Também defendemos a implantação total da Lei 13.022/94 (estatuto das GCM) em todos os municípios, com total poder de polícia e portando armas de fogo. Entretanto, como diz a Lei, todos em um ordenamento CIVIL... Fora da normatização e peculiaridades militar.
    "O art. 2º da lei em análise consagra o caráter civil das guardas municipais, estabelecendo ainda que são “uniformizadas e armadas”. Ainda, atribui a elas “a função de proteção municipal preventiva”, ressalvando-se as competências da União, dos Estados e do Distrito Federal."
    Mas muitos municípios, ainda mantém o "viés militar", inclusive com a figura enfadonha do "Coronel" no "comando" nas Guardas. A lei fala ao contrário, pois a Guarda deve ser dirigida por Chefe ou Diretor, e dos próprios quadros.

    Pensem nisso

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